Neste último dia de Junho o programa foi assistir a palestra ministrada pelo designer Ricardo Leite, da Crama Design Estratégico, com o tema Design no Futebol. A essência da apresentação foi salientar a importância do design, dentro e fora das quatro linhas e como Ãcones e certos valores são fundamentais para o entendimento do público.
Ricardo iniciou com um apanhado geral, enfatizando que as soluções de design se fazem presentes literalmente do nosso despertar ao adormecer, claro, nesse meio tempo o dia em que exercemos nossas atividades. E naturalmente as soluções estão no universo futebolÃstico, de uniformes bem distribuÃdos em formas e cores, as linhas do campo, até a parte de fora, com as sinalizações dos estádios e nas ruas e campanhas publicitárias. Também abordou o assunto das bolas, atualmente bem camaleônicas, fazendo uma timeline das redondas que desfilaram os gramados nas Copas do Mundo.
Um ponto importante a se destacar é a questão da cor nos uniformes, ponto-chave para se conquistar uma legião de torcedores ou a repulsa deles. Exemplo bem sucedido é o segundo kit da seleção alemã, que usa as cores do Flamengo para homenagear o clube carioca e deu liga, muita gente simpatizou e acabou com o estoque das camisas das lojas. Outro caso, de sentido oposto, é com o mesmo Flamengo quando lançou o uniforme azul e amarelo, que confundia os próprios jogadores em campo.
Logo após, o assunto seleção brasileira e a mÃstica da amarelinha. Até o Maracanazo em 1950 o Brasil jogava de camisas brancas e fora feito um concurso, vencido pelo desenhista Aldyr Schlee. Quase 20 anos depois e dois mundiais já ganhos, a marca da seleção amarelinha canarinho se imortaliza no tri de 1970. Concordemos que era um timaço, no entanto a mÃstica é impulsionada pelo motivo de ser o primeiro campeonato do mundo transmitido na tv a cores.
Na parte final Ricardo Leite fala sobre os projetos da sua agência envolvidos com a Copa de 2014. Realçando o cartaz oficial do evento, em que explicou o diferencial para vencer a concorrência: o desenho das pernas de dois jogadores disputando a bola, temática até então nunca utilizada nas peças anteriores. E também expôs o recurso usado, da contra-forma que é a figura das pernas sendo formadas por Ãcones nacionais e finalmente formando o mapa do Brasil.
Experiência adquirida, assuntos vistos e debatidos e a satisfação de perceber que o design aliado ao esporte ganha cada vez mais importância. Confira as imagens da palestra!
Um ponto importante a se destacar é a questão da cor nos uniformes, ponto-chave para se conquistar uma legião de torcedores ou a repulsa deles. Exemplo bem sucedido é o segundo kit da seleção alemã, que usa as cores do Flamengo para homenagear o clube carioca e deu liga, muita gente simpatizou e acabou com o estoque das camisas das lojas. Outro caso, de sentido oposto, é com o mesmo Flamengo quando lançou o uniforme azul e amarelo, que confundia os próprios jogadores em campo.
Logo após, o assunto seleção brasileira e a mÃstica da amarelinha. Até o Maracanazo em 1950 o Brasil jogava de camisas brancas e fora feito um concurso, vencido pelo desenhista Aldyr Schlee. Quase 20 anos depois e dois mundiais já ganhos, a marca da seleção amarelinha canarinho se imortaliza no tri de 1970. Concordemos que era um timaço, no entanto a mÃstica é impulsionada pelo motivo de ser o primeiro campeonato do mundo transmitido na tv a cores.
Na parte final Ricardo Leite fala sobre os projetos da sua agência envolvidos com a Copa de 2014. Realçando o cartaz oficial do evento, em que explicou o diferencial para vencer a concorrência: o desenho das pernas de dois jogadores disputando a bola, temática até então nunca utilizada nas peças anteriores. E também expôs o recurso usado, da contra-forma que é a figura das pernas sendo formadas por Ãcones nacionais e finalmente formando o mapa do Brasil.
Experiência adquirida, assuntos vistos e debatidos e a satisfação de perceber que o design aliado ao esporte ganha cada vez mais importância. Confira as imagens da palestra!
















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